quarta-feira, 1 de junho de 2011

População e poder público devem atuar conjuntamente

"A educação ambiental da população é
essencial", diz engenheira ambiental
Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região
A engenheira ambiental Lívia Stefania Rosseto defende a conscientização da população para acabar com o problema dos minilixões, mas afirma que o poder público precisa criar condições para que a destinação correta do lixo seja efetivada.

"A educação ambiental da população é essencial, mas é claro que, se o poder público não subsidiar meios para essa destinação, a população mesmo consciente do seu papel pouco poderá fazer", explica.

Para ela, algumas ações devem ser tomadas para combater o problema, como a criação de ecopontos, logística reversa e incentivo às cooperativas e aos grupos de coleta seletiva.

RESOLUÇÃO
Desde 2002, a resolução 307 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) trata especificamente dos resíduos de construção civil, estabelecendo diretrizes, critérios e procedimentos para o seu manejo. Assim, a destinação desses resíduos deve ser realizada em aterros licenciados.

"A questão dos resíduos sólidos no Brasil é ainda nova se comparada com outros países. Nos Estados Unidos e no Japão já existem políticas para a questão dos resíduos desde a segunda metade do século 20. Nos Países Baixos, 90% do volume de resíduos gerado pela construção civil são reciclados", ressalta a engenheira.

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