quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Técnicas ajudam no processo de germinação

Astorino manuseia sementes coletadas na mata
Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região
Depois de coletadas pela equipe do programa de Manejo de Flora, da AES Tietê, as sementes são levadas para um laboratório onde passam por processos que induzem a quebra de dormência.

Os técnicos explicam que nem todas estão prontas para serem levadas para a terra, assim, é preciso induzir a germinação por meio de água, maceração, luz solar, peneiras, entre outros.

No viveiro, as sementes são colocadas em tubetes, recebendo luz solar e irrigação automatizada. O tempo de crescimento até o ponto de ideal para o plantio depende de cada espécie.

Antes de serem destinadas ao plantio, as mudas passam por um processo chamado de rustificação, quando são expostas ao sol, vento e outras condições climáticas para que possam resistir e sobreviver aos diferentes ambientes.

MARCA
Até o final deste ano, a AES Tietê atingirá a marca de 500 mil mudas doadas, quantidade suficiente para reflorestar cerca de 250 hectares, para proprietários de terras, prefeituras, ONGs e instituições, localizadas nas bacias dos rios Tietê e Grande, onde o grupo possui hidrelétricas. O restante da produção é utilizado em programas ambientais da empresa.

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