<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574</atom:id><lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 20:46:46 +0000</lastBuildDate><category>Animais</category><category>Água</category><category>Efeito estufa</category><category>Clima</category><category>Produtor Rural</category><category>Poluição</category><category>Machadinho</category><category>Ecologia</category><category>Brasil</category><category>Nossa Terra</category><category>Nascentes</category><category>Preservação</category><category>Lixo eletrônico</category><category>Córregos</category><category>Árvores</category><category>Crianças</category><category>Hora do Planeta</category><category>Abastecimento</category><category>Lixo; Sustentabilidade</category><category>Baguaçu</category><category>Sustentabilidade</category><title>Nossa Terra</title><description></description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Folha da Região)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-6157040096729451172</guid><pubDate>Thu, 24 May 2012 20:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-24T13:46:46.810-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><title>Reciclagem não impede destruição do meio ambiente</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SsQVcQ2OLzA/T76dyj0llVI/AAAAAAAAAZs/LbDhUbdh528/s1600/recicla.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-SsQVcQ2OLzA/T76dyj0llVI/AAAAAAAAAZs/LbDhUbdh528/s320/recicla.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pesquisador diz que reciclar é paliativo &lt;br /&gt;que retarda degradação ambiental&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A reciclagem de garrafas PET, vidros, alumínio e papel ajuda a retardar a degradação ambiental, porém, não resolve o principal problema ambiental vivenciado atualmente pelo planeta: o consumo desenfreado de recursos naturais. "A reciclagem não vai salvar o planeta. Ela é apenas um paliativo que retarda a degradação ambiental", alerta o pesquisador Hélio Francisco Corrêa Lino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu doutorado pela FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP, o pesquisador fez um mapeamento extenso das cadeias produtivas de latas de alumínio, papel, garrafas de polipolietileno-tereftalato (PET) e vidro, a partir da indústria primária até a indústria secundária (as responsáveis pela reciclagem), passando pelas associações de catadores de material reciclável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quero deixar claro que sou favorável às atividades de reciclagem. Mas sou totalmente contra o senso comum de que apenas a reciclagem, por si só, vai impedir a destruição do meio ambiente. No máximo, vai retardar essa destruição", ressalta o pesquisador, que atua como professor universitário na área de administração e economia.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CADEIAS PRODUTIVAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A extensão da análise realizada para o doutorado incluiu todo o processo produtivo, as plantas industriais, os insumos, e os produtores envolvidos na indústria primária, além das relações econômicas entre os setores primário e secundário dos quatro setores estudados. "Existe um grande poder econômico por trás dessas atividades", comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No casos das garrafas PET, a análise do setor primário incluiu as refinarias de petróleo, postos de extração e petroquímicas. "O petróleo é importante para esta indústria porque as fibras sintéticas utilizadas em sua produção são produzidas a partir da transformação de derivados da nafta petroquímica", explica. Em relação ao vidro, a pesquisa listou todas as empresas produtoras do material no Brasil. O mesmo foi feito em relação ao papel e às latas de alumínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lino constatou que nas quatro cadeias produtivas, a produção secundária é sempre subordinada à primária. "No caso das latas de alumínio, que tem alto valor agregado, o preço no setor secundário depende daquele praticado no setor primário. A indústria secundária não vai sucatear a primária. E a extração de bauxita para produzir latinhas de alumínio vai continuar", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto as garrafas PET, as maiores recicladoras são as grandes consumidoras deste tipo de embalagem. Podemos observar um lucro indireto", diz, lembrando que o controle dessas indústrias é concentrado nos quatro setores, ou seja, é feito por poucas empresas, sendo muitas de capital estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a maior parte da indústria de papel utiliza madeira de reflorestamento de pinus e eucalipto. "São árvores tradicionalmente conhecidas como grandes bebedoras de água. Podem drenar o lençol freático e prejudicam a flora e fauna dos locais reflorestados", diz. Outro ponto desta indústria é que a reciclagem faz o papel perder a qualidade, além do problema da fácil contaminação do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria de vidro utiliza os próprios cacos como insumo de produção, além de os cacos protegerem os fornos durante a queima, o que leva a produção de um vidro de melhor qualidade. "A indústria tem muito interesse em reciclar, mas o grande problema é a coleta, pelo vidro ser pesado e poder machucar", aponta Corrêa Lino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PONTO FUNDAMENTAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Corrêa Lino, a sociedade não está levando em conta um ponto fundamental desta discussão. "O planeta não suporta 7 bilhões de habitantes. Em uma sociedade de consumo de massa, como a que vivemos, o crescimento populacional gera demanda por consumo. Consequentemente, isso leva a um aumento da extração de recursos naturais usados para a manufatura produtos", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembra que cerca de 1 bilhão de pessoas vivem atualmente abaixo da miséria absoluta em todo o mundo. E que impacto do crescimento econômico dos países é muito alto para o consumo mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É muito fácil falar sobre proteção ao meio ambiente. Difícil mesmo é abrir mão do conforto, reduzir o consumo, evitar o desperdício", critica o pesquisador. Para ele, iniciativas pessoais neste sentido são bem-vindas. "A sociedade de consumo de massa acaba criando necessidades que nem sempre são, de fato, necessárias."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o pesquisador, um caminho possível seria o controle da expansão da população mundial por meio de um planejamento familiar em escala global. "É preciso também que a humanidade se questione sobre o que ela quer", finaliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho tomou como base material coletado em sites oficiais das industrias, tanto do primário como secundário, além de algumas visitas a determinados setores. As quatro vertentes foram escolhidas por serem as principais no Brasil. A pesquisa "A indústria de reciclagem e a questão ambiental", foi apresentada em fevereiro de 2011 sob a orientação da professora Suely Robles Reis de Queiroz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-6157040096729451172?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/reciclagem-nao-impede-destruicao-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SsQVcQ2OLzA/T76dyj0llVI/AAAAAAAAAZs/LbDhUbdh528/s72-c/recicla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-2363691568534114579</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 19:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-14T12:08:37.627-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Preservação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Efeito estufa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Clima</category><title>Rio+20: 183 países estarão presentes</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rsBQwGdyn8c/T7FXFQXWbuI/AAAAAAAAAZE/6L9Jf4HyQsY/s1600/ministra.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-rsBQwGdyn8c/T7FXFQXWbuI/AAAAAAAAAZE/6L9Jf4HyQsY/s320/ministra.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ministra Izabella Teixeira diz que discussão &lt;br /&gt;será para uma "geopolítica de desenvolvimento"&lt;br /&gt;Foto: Divulgação/MMA&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Dos 193 países que integram a ONU (Organização das Nações Unidas), 183 já confirmaram participação na Conferência Rio+20 e 135 já solicitaram direito de se pronunciar. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, de debate sobre o evento, que reuniu mais de 60 jornalistas dos veículos de comunicação brasileiros e estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ministra, o papel da Conferência das Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que acontece entre os dias 13 e 22 de junho, na capital fluminense, será o de viabilizar um compromisso formal das nações envolvidas em colocar a questão ambiental no centro das decisões sobre o desenvolvimento com inclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;GEOPOLÍTICA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A ministra salientou que, nesse sentido, o encontro já começou. "Não é mais a discussão de questões ambientais, mas de uma geopolítica do desenvolvimento", analisa. Para ela, todos os segmentos sociais fazem parte do debate global, que será sobre economia verde, sustentabilidade e combate à pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Izabella Teixeira, "temos (os participantes da &amp;nbsp;Rio+20) que ter a coragem de inovar". Ela acredita que os países em desenvolvimento estarão preparados para assumir metas de sustentabilidade até 2030. "Não nos interessa o modelo de desenvolvimento que foi adotado no passado pelos países desenvolvidos", salienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engajamento da sociedade civil será um dos maiores legados do encontro, avalia a ministra. Até agora, além da Cúpula dos Povos e Arena Social e Ambiental, que ocorrem no aterro do Flamengo, já estão confirmados 500 eventos paralelos à conferência envolvendo vários setores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PRESENÇAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em Brasília, foi confirmado que os presidentes Jacob Zuma (África do Sul) e Vladimir Putin (Rússia), além dos primeiros-ministros da Índia, Manmohan Singh, e da China, Wen Jiabao, estarão na Rio+20. No começo da semana, o presidente eleito da França, François Hollande, que elogiou a política social do Brasil, também confirmou sua vinda ao país para o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, 116 chefes de Estado e de Governo informaram que estarão presentes às discussões. Muitos governos enviarão ministros e assessores para o evento por dificuldades com a agenda política interna. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, por exemplo, está em campanha pela reeleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CONSENSOS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O porta-voz do Itamaraty, embaixador Tovar Nunes, acrescentou ainda que, como anfitrião do evento, o Brasil tem o papel de ser promotor da busca de consensos. "Como anfitriões, os brasileiros devem servir como uma espécie de ponte entre as polarizações existentes, buscando a consolidação de uma agenda positiva", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos debates que antecederam à conferência e durante a Rio+20, os brasileiros destacarão a necessidade de conciliar as questões relativas à preservação ambiental, ao desenvolvimento sustentável e à economia verde com inclusão social. As autoridades querem mostrar que os avanços registrados no país credenciam o Brasil para a proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas discussões, os brasileiros também defenderão a participação de populações excluídas nos debates. Graças a isso, haverá um espaço exclusivo para esses grupos e para as organizações não governamentais no Aterro do Flamengo, no Rio, denominado Cúpula dos Povos. Com informações da Agência Brasil e do MMA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-2363691568534114579?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/rio20-183-paises-estarao-presentes.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-rsBQwGdyn8c/T7FXFQXWbuI/AAAAAAAAAZE/6L9Jf4HyQsY/s72-c/ministra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3801008423774081519</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 18:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-04T11:22:42.670-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Preservação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Árvores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Clima</category><title>Plantio de árvores será feito com diálogo, garante secretário</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DmASsBTDxSM/T6Qd8LlR3tI/AAAAAAAAATg/6PrslD4tksM/s1600/rozas.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-DmASsBTDxSM/T6Qd8LlR3tI/AAAAAAAAATg/6PrslD4tksM/s320/rozas.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rozas diz que objetivo é&amp;nbsp;convencer sobre &lt;br /&gt;importância da arborização&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A arborização urbana existente em área de domínio público é de competência da Prefeitura. No entanto, o secretário municipal de Meio Ambiente, Jorge Hector Rozas, diz que não haverá plantios em vias comerciais sem o diálogo com o comerciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Poderíamos até tomar essa atitude, mas não terá o efeito que esperamos. Tentaremos convencer aqueles que ainda duvidam da função ambiental que uma árvore pode prestar. Nós sabemos que vamos diminuir a temperatura da Marcílio Dias, aumentar a umidade relativa do ar e criar setores de sombras para o pedestre se sentir acolhido", justifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da boa aceitação percebida nos primeiros dias de trabalho, a pasta de Meio Ambiente também relatou que houve resistência por parte de alguns comerciantes, que alegaram falta de tempo para cuidar das mudas, copa encobrindo a fachada do comércio, entre outros empecilhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3801008423774081519?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/plantio-de-arvores-sera-feito-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DmASsBTDxSM/T6Qd8LlR3tI/AAAAAAAAATg/6PrslD4tksM/s72-c/rozas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-7160258615589518444</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 18:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-04T11:19:55.334-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Preservação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Árvores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Clima</category><title>Araçatuba só tem 8% de índice de cobertura vegetal</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eYNnNbWt6PA/T6QcR2EqejI/AAAAAAAAATQ/ICixPgCl_2E/s1600/marcilio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://3.bp.blogspot.com/-eYNnNbWt6PA/T6QcR2EqejI/AAAAAAAAATQ/ICixPgCl_2E/s320/marcilio.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small; text-align: -webkit-auto;"&gt;A rua Marcílio Dias é um símbolo de via &lt;br /&gt;com falta de árvores no município&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Estudo elaborado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade mostra que Araçatuba possui 8% de índice de cobertura vegetal. O valor está muito abaixo comparado a alguns índices considerados ideais, como os parâmetros preconizados pela ONU (Organização das Nações Unidas), que sugere o mínimo de 30% de cobertura vegetal nas áreas urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, elaborado ao longo do ano passado, dos mais de 59,7 milhões de metros quadrados no perímetro urbano, somente 4.763.669 metros quadrados possuem cobertura vegetal arbórea. A estimativa é de que seja necessário plantar pelo menos 15,6 mil árvores, de portes e espécies diferentes, para cumprir a meta traçada de chegar a 20% de cobertura vegetal, até o final desta década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos com o objetivo concreto de orientarmos os nossos trabalhos e programas para que, até 2020, Araçatuba tenha 20% de cobertura arbórea", afirma o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Jorge Hector Rozas. Conforme preconiza a ONU, caso a cobertura vegetal seja inferior a 5%, caracteriza-se como área semelhante a regiões desérticas.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para fazer o estudo, a pasta utilizou imagens de satélite de duas áreas da cidade, nas regiões sudoeste e noroeste do perímetro urbano. Ao cruzar os dados, os técnicos da secretaria constataram pequena variação dos índices, o que demonstrou a viabilidade destes espaços numa projeção para toda a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROJETO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A secretaria identificou zonas de maior fragilidade arbórea no município, como os corredores comerciais. A rua Marcílio Dias é um símbolo de via com falta de árvores no município. Ela está servindo como exemplo num projeto de arborização, da Secretaria de Meio Ambiente, que deverá se expandir para outras vias comerciais com poucas árvores, como a rua do Fico, a avenida Odorindo Perenha, e as ruas dos Fundadores e Baguaçu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde anteontem (dia 2 de maio), comerciantes e moradores da Marcílio Dias estão sendo chamados para serem parceiros no plantio de árvores em frente aos estabelecimentos e imóveis. O projeto recebeu o nome de "Marcílio Dias Mais Verde" e, no primeiro dia da ação, obteve 17 anuências para o plantio de 35 árvores na via comercial. As visitas aos imóveis da via terminam hoje (dia 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando discutimos a questão da rua Marcílio Dias, almejamos plantar pelo menos cem árvores. Eu acho que podemos até superar esta expectativa, pois conseguimos muitas anuências", avalia Rozas. Até o final do mês, a equipe da pasta fará a mesma pesquisa nas vias adjacentes à Marcílio Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plantio começa no dia 4 de junho, início da Semana do Meio Ambiente, com mudas cedidas pelo Executivo. O comerciante fica com a responsabilidade de manutenção básica das mudas, como regar. À prefeitura, compete a orientação técnica e execução de manutenção periódica, incluindo as podas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CONVENCIMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l4y88Bm7EE4/T6QcgHENGPI/AAAAAAAAATY/5SGcwzL7cIE/s1600/eliana.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-l4y88Bm7EE4/T6QcgHENGPI/AAAAAAAAATY/5SGcwzL7cIE/s200/eliana.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Eliana aprovou projeto &lt;br /&gt;de arborização para &lt;br /&gt;a rua Marcílio Dias&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A equipe do projeto, formada por dez estagiários e diretores da secretaria, tem a tarefa de percorrer os estabelecimentos comerciais para tentar conseguir autorizações por escrito e fazer levantamento sobre a viabilidade do plantio. A empresária do setor imobiliário Eliana da Silva Franco, 40 anos, disse que não pensou duas vezes para aderir à iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O projeto é extraordinário. Desde quando eu vim para a Marcílio Dias, sempre achei a rua muito quente. Com certeza as árvores trarão muitos benefícios para o local", afirma Eliana, que disponibilizou o espaço interno da própria empresa para a acomodação temporária das mudas e das ferramentas que serão usadas, além da calçada para o plantio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-7160258615589518444?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/aracatuba-so-tem-8-de-area-arborizada.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eYNnNbWt6PA/T6QcR2EqejI/AAAAAAAAATQ/ICixPgCl_2E/s72-c/marcilio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3554948417340574410</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 00:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-03T17:59:50.042-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Água</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Saiba mais sobre a bioinvasão do mexilhão-dourado no rio Tietê</title><description>&lt;b&gt;Assista videorreportagem sobre as características e danos causados pelo molusco invasor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/jTSPIwvhL20" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3554948417340574410?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/saiba-mais-sobre-bioinvasao-do-mexilhao.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/jTSPIwvhL20/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-354155885095616480</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 00:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-03T17:49:31.726-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Água</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Usina já investiu mais de R$ 1,7 mi no controle de mexilhão</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lyKOwXYBgd0/T6MnLDX4bAI/AAAAAAAAAS0/8sPAxi8ZbC0/s1600/F3mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-038.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/-lyKOwXYBgd0/T6MnLDX4bAI/AAAAAAAAAS0/8sPAxi8ZbC0/s320/F3mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-038.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mexilhões-dourados se juntam a &lt;br /&gt;plataforma flutuante no rio Tietê&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A Cesp (Companhia Energética de São Paulo) já investiu R$ 1,75 milhão na implantação de sistemas de controle do mexilhão-dourado, ainda na década passada. A companhia é responsável pela operação das hidrelétricas engenheiro Souza Dias (Jupiá) e Ilha Solteira, instaladas no trecho do rio Paraná, onde a espécie exótica também foi localizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anualmente a empresa gasta em torno de R$ 190 mil para controlar as colônias. A proliferação e fixação de moluscos em usinas hidrelétricas podem provocar entupimento de tubulações, decomposição de material orgânico, aumento da corrosão das tubulações e ligas metálicas, diminuição da vida útil dos equipamentos, aumento da mão de obra para limpeza ou troca de equipamentos, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MÉTODOS&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, para minimizar o problema em um sistema industrial, concilia-se o controle mecânico (remoção dos mexilhões) com a aplicação de substâncias químicas. Esta última alternativa costuma gerar polêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, a organização não governamental Econg denunciou que peixes estavam apodrecendo vivos devido à poluição no rio Paraná, supostamente pelo uso de produtos químicos para combater o mexilhão nas hidrelétricas. A Cesp negou que adotava este método de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;"As principais medidas adotadas são a execução de limpezas periódicas, com remoção mecânica e destinação adequada dos resíduos da infestação, e a adição de ativos nos sistemas de resfriamento das unidades geradoras, visando evitar a incrustação das larvas de mexilhões", afirma Cesp. A companhia diz que a atual bioinvasão não preocupa a empresa, "uma vez que está controlada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Procurada para falar sobre possível ocorrência do mexilhão-dourado nas hidrelétricas de Nova Avanhandava (Buritama) e Promissão, a empresa AES Tietê não informou se enfrenta o problema nas duas unidades e nem como está combatendo a espécie exótica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-354155885095616480?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/usina-ja-investiu-mais-de-r-17-mi-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lyKOwXYBgd0/T6MnLDX4bAI/AAAAAAAAAS0/8sPAxi8ZbC0/s72-c/F3mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-038.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-1074875868315343692</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 00:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-03T17:51:42.170-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Água</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Mexilhão atravessou oceanos antes de invadir região</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u4KjVOzh-Zg/T6Mnw155C-I/AAAAAAAAAS8/kxlLdK9vXbg/s1600/F2mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-044-(2).jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/-u4KjVOzh-Zg/T6Mnw155C-I/AAAAAAAAAS8/kxlLdK9vXbg/s320/F2mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-044-(2).jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pesquisadores alertam para risco de proliferação &lt;br /&gt;da espécie invasora por meio de embarcações&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Estudos sugerem que a introdução do mexilhão-dourado na América do Sul deu-se através da água de lastro (matéria pesada que se coloca no fundo de uma embarcação) de navios provenientes de Hong Kong ou da Coreia, primeiramente em portos da Argentina, de onde se expandiu rapidamente para as porções baixas da bacia do rio Paraná, chegando até o Estado de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Há relatos de que, em 2004, o animal já havia chegado até a usina de Barra Bonita, no rio Tietê. Conforme apresentação recente em simpósio da Embrapa Pantanal, o fluxo de barcos e balsas através da malha hidroviária tem sido considerado o maior veículo de dispersão do molusco pelos países sul-americanos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Algumas pesquisas sugerem que larvas e indivíduos da espécie exótica já em fase reprodutiva se fixam nos cascos e nos sistemas de captação de água das embarcações para se deslocar por grandes distâncias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O pesquisador Marcel Ricardo da Silva ressalta que é preciso tomar cuidados internos para que as embarcações não levem o mexilhão-dourado para outros rios. "Os pescadores precisam limpar barcos antes de irem para outras regiões", disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Caso o animal venha a se proliferar em mananciais usados para o abastecimento público, podem ocorrer muitos prejuízos para os responsáveis pelo sistema de tratamento.&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-1074875868315343692?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/mexilhao-atravessou-oceanos-antes-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-u4KjVOzh-Zg/T6Mnw155C-I/AAAAAAAAAS8/kxlLdK9vXbg/s72-c/F2mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-044-(2).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-710352885769790845</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 00:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-03T17:54:29.495-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Água</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Pesquisa busca alternativa para mexilhão-dourado</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tt_ow-O3HRw/T6MoMBIZuUI/AAAAAAAAATE/O4iykdiJ9Nk/s1600/F1mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-060-(2).jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-tt_ow-O3HRw/T6MoMBIZuUI/AAAAAAAAATE/O4iykdiJ9Nk/s320/F1mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-060-(2).jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Andréa e Silva explicam que é possível observar &lt;br /&gt;a formação de grandes colônias no rio Tietê&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;A bioinvasão do mexilhão-dourado, molusco originário de países do leste asiático e de rios chineses, causa prejuízos econômicos e ambientais na região de Araçatuba. A espécie exótica se instalou nos rios Paraná e Tietê, ainda na década passada, chegando ao município de Araçatuba. Como não encontra predador natural, o animal se espalha com facilidade e acarreta gastos milionários para o controle da infestação em usinas hidrelétricas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Pesquisadores da Fatec (Faculdade de Tecnologia) de Araçatuba estão buscando alternativas para usar o animal na correção da acidez dos solos cultivados com a cana-de-açúcar e também como fertilizante natural. Andréa Meiado Chiarioni, graduanda de Tecnologia em Biocombustíveis, e Marcel Ricardo da Silva, tecnólogo em Biocombustíveis, estudam a espécie invasora desde 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O objetivo é unir o uso de um produto ecologicamente renovável com a necessidade de controle da bioinvasão do mexilhão-dourado. Conforme eles, o rio Tietê possui as características ideais para o desenvolvimento do animal, como temperaturas entre 17˚C e 30˚C e altas concentrações de organismos vegetais aquáticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;ETAPAS&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Os pesquisadores coletaram o mexilhão em 2010, numa plataforma flutuante sobre o rio Tietê, em Araçatuba. Após a coleta, foi utilizado um equipamento de pré-secagem manual, desenvolvido para que houvesse a retirada do excesso de umidade sem a perda de exemplares. A secagem principal foi feita numa estufa caseira, seguida pelo processamento e trituração da amostra. Após esta etapa, o resíduo moído foi analisado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;ADEQUAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Andréa diz que, conforme a metodologia utilizada neste estudo, o material obtido através da trituração do mexilhão-dourado desidratado é inviável para fins comerciais como corretivo da acidez ativa do solo, havendo a necessidade de estudos para a complementação e adequação do produto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;"No entanto, o alto teor de cálcio presente no resíduo sugere o uso como fonte de nutrientes", explica. Para ela, a espécie exótica também pode ser uma alternativa à exploração de jazidas de rochas calcárias, diminuindo o impacto ambiental causado por esta atividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Silva testou o material triturado em compostagem com vinhaça (resíduo da indústria da cana). "Assim como a vinhaça, que já foi um problema, quem sabe o mexilhão-dourado também possa ser uma alternativa para a agricultura", disse o tecnólogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Os dois pretendem ampliar as pesquisas por meio de um mestrado. Até agora, eles contaram com a orientação da doutora Sandra Maria de Melo e do mestre Sérgio Ricardo Lima Negro, ambos da Fatec.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;COMPETIÇÃO&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;"O mexilhão-dourado pode ser encontrado fixado sobre algas, raízes de plantas e animais aquáticos nativos prejudicando a estrutura na qual se adere, competindo por espaço e alimento. Assim como a maioria dos moluscos filtradores acumula poluentes presentes no ambiente", explica a pesquisadora Andréa, sobre os danos ambientais que a espécie invasora está trazendo para a região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De acordo com os pesquisadores da Fatec, na região de Araçatuba, é possível observar a formação de grandes colônias em diversas estruturas naturais e artificiais submersas próximas às margens do rio Tietê, inclusive na estrutura física do estaleiro em construção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;"Com a intensificação do fluxo de embarcações, as chances da bioinvasão atingir áreas ainda não afetadas torna-se um risco iminente", alerta a pesquisadora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Andréa sugere novas pesquisas para a análise do potencial do resíduo do mexilhão-dourado como adubo destinado para a cultura da cana-de-açúcar e para a produção de açúcar orgânico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por enquanto, a recomendação é para que o método não seja aplicado comercialmente, pois há risco de exemplares estarem contaminados com material tóxico e bactérias, que poderiam ser levados para o solo. No material usado para a pesquisa, testes feitos em laboratório não detectaram nenhum tipo de material perigoso.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-710352885769790845?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/05/pesquisa-busca-alternativa-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tt_ow-O3HRw/T6MoMBIZuUI/AAAAAAAAATE/O4iykdiJ9Nk/s72-c/F1mexilhoes-rio-tiete_andrea-chiarioni_marcel-ricardo_24-04-12(val-060-(2).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-5341191803082322134</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-23T13:01:49.922-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poluição</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Nascentes</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Baguaçu</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sustentabilidade</category><title>Sítio de Coroados trata esgoto com tecnologia da Embrapa</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-adEJZnoTDxg/T5W0RvdFwfI/AAAAAAAAASs/qA0_qkJSAhk/s1600/fossasitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-098.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://4.bp.blogspot.com/-adEJZnoTDxg/T5W0RvdFwfI/AAAAAAAAASs/qA0_qkJSAhk/s320/fossasitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-098.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jefferson Rabal mostra fossa biodigestora, &lt;br /&gt;sistema para família tratar esgoto na zona rural&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O sítio Naturaleza colocou em funcionamento, no ano passado, um sistema de fossa séptica biodigestora. A tecnologia foi desenvolvida pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) com a proposta de evitar que a falta de tratamento do esgoto comprometa saúde da população, pois muitas doenças são transmitidas pela água, como diarreia, hepatite e cólera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambientalista Jefferson Rabal explica que, para fazer a fossa biodigestora, foram usados apenas três caixas d'água e conexões para interligar o esgoto de uma caixa para outra. Na terceira caixa, pedras, pedrisco e areia promovem uma filtragem da matéria orgânica e, quando finalizado o tratamento, as águas passam por um pequeno lago com plantas aquáticas para garantir a eficiência do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;SUGESTÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pelos estudos da Embrapa, esse tipo de tratamento é ideal para uma família composta por cinco pessoas que despejam 50 litros de água e resíduos por dia. Se houver mais gente, a sugestão é colocar mais uma caixa de mil litros. O custo da fossa varia de R$ 700 a R$ 1 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Membros da AGA (Associação do Grupamento Ambientalista) estão testando pequenas alterações no projeto para incluir também o tratamento das águas cinzas (pias e ralos), já que o projeto da fossa biodigestora é exclusivo para as águas negras (vaso sanitário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEIA TAMBÉM:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/pomar-organico-respeita-ate-alimentacao.html"&gt;Pomar orgânico respeita até a alimentação de papagaios&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-5341191803082322134?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/sitio-de-coroados-trata-esgoto-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-adEJZnoTDxg/T5W0RvdFwfI/AAAAAAAAASs/qA0_qkJSAhk/s72-c/fossasitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-098.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-7815211661297259155</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-23T12:55:31.275-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Baguaçu</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Produtor Rural</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sustentabilidade</category><title>Pomar orgânico respeita até a alimentação de papagaios</title><description>&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sjrzm4OAFlw/T5WypAJ4AoI/AAAAAAAAASk/C8eT5yU7wrQ/s1600/milhositio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-286.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-sjrzm4OAFlw/T5WypAJ4AoI/AAAAAAAAASk/C8eT5yU7wrQ/s200/milhositio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-286.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Apenas milho que será consumido é &lt;br /&gt;encapado com pet; o que &lt;br /&gt;sobra fica para os papagaios&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Qual foi a última vez que você comeu uma fruta sem que para isso fosse preciso lavá-la para tirar o agrotóxico? No sítio Natureza, o pomar orgânico garante a produção de frutas e cereais sem utilizar uma única gota de veneno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pés de limão, tangerina, graviola, manga, caju, jabuticaba e caqui são enriquecidos com adubo orgânico, produzido na propriedade por meio da técnica de compostagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar o uso de veneno, muitas alternativas são usadas para controlar naturalmente as pragas. Uma delas é o uso de alho com álcool para combater moscas que atacam frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Como o pomar está a poucos metros do ribeirão Baguaçu, a utilização de agrotóxicos poderia comprometer a qualidade das águas do manancial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo os papagaios, malvistos por muitos agricultores, têm vez no pomar orgânico. Os responsáveis pelo sítio decidiram encapar as espigas de milho com garrafas pet para evitar que as aves se alimentassem de toda a plantação. No entanto, parte do milharal que não é usado está à disposição dos pássaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEIA TAMBÉM:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/modelo-de-sitio-prega-sustentabilidade.html#more"&gt;Sítio prega a sustentabilidade entre homem e Baguaçu&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-7815211661297259155?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/pomar-organico-respeita-ate-alimentacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sjrzm4OAFlw/T5WypAJ4AoI/AAAAAAAAASk/C8eT5yU7wrQ/s72-c/milhositio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-286.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-7437481276856716104</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-23T17:09:45.008-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Preservação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Nascentes</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Baguaçu</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Produtor Rural</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><title>Sítio prega a sustentabilidade entre homem e Baguaçu</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-11BwY59oW5M/T5WxvC4g2TI/AAAAAAAAASc/yHvn7ucvPD4/s1600/sitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-243.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-11BwY59oW5M/T5WxvC4g2TI/AAAAAAAAASc/yHvn7ucvPD4/s320/sitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-243.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jefferson Rabal pega água do Baguaçu&lt;br /&gt;com chapéu: "Suprir necessidades de&lt;br /&gt;forma sustentável."&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Fazendas, estradas, avenidas, bairros nobres, habitações inadequadas, pastagens e poucas áreas preservadas são alguns dos cenários observados ao longo do ribeirão Baguaçu. Antes de fornecer 70% da água consumida em Araçatuba, o afluente é vítima da degradação ambiental. No entanto, o trabalho desenvolvido numa propriedade rural no município de Coroados pode servir como modelo para a sociedade quitar parte de sua dívida com o manancial, lembrado hoje (22 de abril) pelo Dia do Ribeirão Baguaçu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Sítio Naturaleza, às margens do Baguaçu, a prioridade é proteger as águas do ribeirão. Parte da propriedade é utilizada pela organização não governamental AGA (Associação do Grupamento Ambientalista) para ações de educação ambiental e recuperação de APP (Área de Preservação Permanente) sem a utilização de produtos químicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sítio tem seis hectares e fica aproximadamente a três quilômetros da nascente do Baguaçu. Antes de desaguar no rio Tietê, o ribeirão atravessa pouco mais de 50 quilômetros, cortando municípios da região como Braúna, Bilac, Birigui e Araçatuba.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1990, as pastagens para a pecuária predominavam no sítio. Porém, nos últimos cinco anos, cerca de 700 árvores já foram plantadas no local. Na técnica de recuperação empregada pela AGA, são aplicadas ações simples que promovem o enriquecimento florestal. Além de realizar o plantio de espécies nativas estratégicas, com baixo custo para o produtor, aves são atraídas para a área com o objetivo de promover o plantio natural de sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aposentado Jesus Rabal Chambô, 64 anos, é o proprietário das terras do Naturaleza desde 2001. Ele diz que sempre teve o sonho de ter uma propriedade rural que se relacionasse em harmonia com a natureza. "Eu acho que preservar é uma obrigação de todos nós. Quando eu encontro uma semente, a guardo para fazer uma muda", afirma. O nome do sítio é uma mistura das palavras "natureza" e "beleza".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TRAGÉDIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em setembro do ano passado, um incêndio devastou a propriedade e, principalmente, a área de preservação permanente do Baguaçu que vinha sendo recuperada. A maioria das mudas foi queimada. Todo rio necessita que a vegetação nativa do seu entorno seja protegida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O incêndio foi denunciado à polícia e a perícia foi acionada ao local para buscar provas que ajudem nas investigações do caso. A suspeita é que o fogo tenha se iniciado em um canavial vizinho, possivelmente porque não se adotou as medidas legais e de proteção durante a queimada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FÊNIX&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Seis meses já se passaram após a tragédia ambiental, tempo em que a natureza se encarregou de promover o renascimento das árvores afetadas com a queimada. Mesmo com o trabalho da ONG, e contando que o espaço não será vítima de futuros incidentes, a estimativa é que demore pelo menos cinco décadas para que a área do sítio volte a ter uma floresta como no passado, antes das intervenções humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós almejamos que todas as necessidades da propriedade sejam supridas de maneira sustentável", afirma o ambientalista da AGA Jefferson Rabal, 37, que também é filho de Chambô. Ele explica que outra ação realizada na propriedade foi o trabalho de curvas de nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sistema cria verdadeiros degraus em terrenos inclinados para evitar que as águas das chuvas deslizem com força.&amp;nbsp;Além de evitar que o solo fique menos fértil, a medida ajuda a prevenir o assoreamento dos corpos d'água e favorece o surgimento de minas d'água, responsáveis por aumentar o volume do Baguaçu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEIA TAMBÉM:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/sitio-de-coroados-trata-esgoto-com.html"&gt;Sítio de Coroados trata esgoto com tecnologia da Embrapa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-7437481276856716104?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/modelo-de-sitio-prega-sustentabilidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-11BwY59oW5M/T5WxvC4g2TI/AAAAAAAAASc/yHvn7ucvPD4/s72-c/sitio-naturaleza-jefferson-rabal_18-04-12_(PG)-243.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-1486439712312370352</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-17T06:42:03.111-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Água</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Preservação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Árvores</category><title>Minipantanal paulista deve ganhar sede em 2013</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jzC1u_jGxZA/T41xDt71KuI/AAAAAAAAASU/W2JGulFGYSA/s1600/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-188.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/-jzC1u_jGxZA/T41xDt71KuI/AAAAAAAAASU/W2JGulFGYSA/s320/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-188.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Parque Aguapeí deve ganhar trilhas, mirantes e outros atrativos&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;span style="font-size: small; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O Parque Estadual Aguapeí deverá receber uma sede administrativa e um centro de visitantes no primeiro semestre do próximo ano, que ocuparão área localizada no município de Nova Independência. De acordo com a Fundação Florestal, órgão da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, também estão sendo providenciadas medidas para a implantação de áreas de uso público, como trilhas, mirantes e outros atrativos para fomentar a visitação e o ecoturismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área total do parque é de 9.043 hectares, incluindo terras de seis municípios da região noroeste cortadas pelo rio Aguapeí, também conhecido como Feio: Castilho, Nova Independência, Guaraçaí, São João do Pau D'Alho, Monte Castelo e Junqueirópolis. Apresenta grandes extensões de várzeas, sendo uma região alagada durante as estações de chuvas, quando as águas do rio transbordam e inundam as áreas adjacentes às margens, conferindo o apelido de "minipantanal paulista" ao local.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Não temos ainda a infraestrutura de sede, que é o ponto inicial para você ter um movimento maior de ecoturismo e visitas para educação ambiental", explica o gestor do Parque Aguapeí, Nelson Gallo. Conforme ele, com a efetivação da sede e do centro de visitantes, será possível aumentar a proximidade entre a unidade de conservação e a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PLANO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Desde a implementação do plano de manejo do parque, em 2010, alguns avanços ocorreram. Foi criado um conselho consultivo para a unidade de conservação, constituído por 24 instituições (públicas e da sociedade civil) da região. O grupo já completou dois anos de atividades, participando do processo de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5XFZD5nJmtU/T41w1ZYIcqI/AAAAAAAAASE/V6ReOPzhB8k/s1600/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-099.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="294" src="http://1.bp.blogspot.com/-5XFZD5nJmtU/T41w1ZYIcqI/AAAAAAAAASE/V6ReOPzhB8k/s320/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-099.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nelson Gallo diz que centro de visitantes favorece ecoturismo&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Ainda em 2010, o parque passou a contar com três postos de fiscalização diurna, com vigias atuando através de rondas por terra e rio. A administração do espaço constatou diminuição gradativa da pressão do homem sobre a unidade de conservação, principalmente aquelas relacionadas às práticas de caça e pesca. O cercamento do perímetro do parque também foi concluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estimativa de custo global do programa de manejo é de R$ 10,7 milhões até 2015, quando poderá ocorrer revisão no plano. Gallo explica que a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) possui um compromisso de investimento anual no parque, destinado ao custeio da unidade de conservação. "Outra parte dos recursos são provenientes de compensações ambientais de empreendimentos instalados na região do parque", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;REGENERAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para este ano, a previsão é a de que sejam plantadas 240 mil mudas de espécies nativas na unidade de conservação. A ação de reflorestamento das áreas degradadas ocorre por meio de parcerias, possíveis pela disponibilização de áreas para o cumprimento de TAC (Termo de Ajustamento de Conduta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A gente observa que, em algumas áreas, o processo de regeneração é bem mais acelerado. Em alguns pontos, a gente observa uma formação de floresta nativa em estágio inicial. Em outros, pelo histórico das atividades agrícolas no passado, é mais difícil a regeneração, sendo necessário programar o plantio", explica Gallo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O1hNiGbmbGU/T41w5tyu7YI/AAAAAAAAASM/R5YJyfZRrjs/s1600/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-165.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/-O1hNiGbmbGU/T41w5tyu7YI/AAAAAAAAASM/R5YJyfZRrjs/s320/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-165.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Região alagada é chamada de "minipantanal paulista"&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É muito comum encontrar no Parque Aguapeí animais típicos do pantanal sul-mato-grossense e de áreas alagadas. Entre esses animais estão aves como o tuiuiú, joão-grande, colhereiro, garça-branca-grande, garça-branca-pequena, marreca, biguá e o tachã. Também são encontrados capivara, anta, cervo-do-pantanal, jaguatirica e jacaré.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-1486439712312370352?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/minipantanal-deve-ganhar-sede-em-2013.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jzC1u_jGxZA/T41xDt71KuI/AAAAAAAAASU/W2JGulFGYSA/s72-c/policia-ambiental-solta-jaguatirica-04-04-2012_(val)-188.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-19498969120051155</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 02:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-15T19:31:07.246-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>MPF cobra infraestrutura para o escritório do Ibama</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tNfzFvvL_ok/T4uDjyHWFEI/AAAAAAAAAR8/-dTwDkgEtTs/s1600/ibama.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/-tNfzFvvL_ok/T4uDjyHWFEI/AAAAAAAAAR8/-dTwDkgEtTs/s320/ibama.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Animais sem abrigo, carros sem garagem e &lt;br /&gt;infestação de cupins são problemas &lt;br /&gt;do escritório do Ibama em Araçatuba&lt;br /&gt;Foto: Alexandre Souza/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A situação precária do escritório do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em Araçatuba motivou o MPF (Ministério Público Federal) em Jales a ajuizar uma ação civil pública, com pedido de liminar, para garantir que a autarquia federal seja equipada com estrutura física e humana para cumprir suas funções na região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para fiscalizar uma área de 30.288 quilômetros quadrados, espalhados por 93 municípios na região noroeste do Estado de São Paulo, onde estão instalados cinco reservatórios de hidrelétricas, o escritório regional do Ibama em Araçatuba conta com apenas dois veículos, cinco funcionários e cinco computadores obsoletos, de acordo com o MPF. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A Folha da Região apurou que, atualmente, o número de funcionários foi reduzido para quatro, sendo que apenas dois realizam trabalho de campo, como as fiscalizações. Além disso, o escritório onde está instalado, no interior do zoológico municipal, no bairro Dona Amélia, é uma casa em avançado estado de deterioração e infestada por cupins. O escritório não possui garagem, local apropriado para guarda temporária de animais, materiais apreendidos e arquivamento de documentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;"A região de abrangência do escritório do Ibama em Araçatuba é transpassada por pelo menos cinco rotas de tráfico de animais provenientes de Estados do Norte e Centro-Oeste, além de Minas Gerais", aponta o procurador da República Thiago Lacerda Nobre, autor da ação, destacando a importância do instituto para a região.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;IRRISÓRIO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Na ação, assinada no dia 22 de março, Nobre pede que a União e o próprio Ibama sejam condenados a implantar a infraestrutura necessária para que a atuação fiscalizatória seja realizada de maneira eficaz. "A unidade de Araçatuba, com seu irrisório quadro de servidores e os parcos recursos materiais de que dispõe, está muito aquém das condições necessárias para alcançar suas finalidades em tão extensa área geográfica, detentora de tantos recursos &amp;nbsp;naturais de suma importância", afirma o procurador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;"Na maior parte das vezes não há reparo possível aos danos ambientais causados, de modo que somente ações acautelatórias são eficientes. Portanto, o Ibama sem meios de fiscalização e controle suficientes, é instituição inócua, sem razão de ser", ressaltou Nobre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;PRECARIEDADE &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A precariedade das instalações do escritório regional começou a preocupar o MPF em Jales&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;em 2007, quando diversas requisições endereçadas à autarquia deixaram de ser cumpridas. A justificativa, confirmada por diversas autoridades federais, era a "extrema precariedade" de recursos humanos e materiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em 2008, com 594 procedimentos administrativos instaurados e precisando da ajuda da autarquia federal, o MPF em Jales solicitou às diversas instâncias decisórias do Ibama a instalação de uma força-tarefa para tentar resolver a situação. "O pedido, no entanto, não foi atendido, sob o argumento de que as condições de atendimento do Ibama eram precárias em todo o Estado de São Paulo e não apenas em Araçatuba", explica o Ministério Público.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Cabe ao Ibama propor e editar normas e padrões de qualidade ambiental, zoneamento e avaliação de impactos ambientais, fiscalização e aplicação de penalidades administrativas, monitoramento ambiental, principalmente no que diz respeito à prevenção e controle de desmatamentos, queimadas e incêndios florestais, dentre outras atribuições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-19498969120051155?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/mpf-cobra-infraestrutura-para-o-ibama.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tNfzFvvL_ok/T4uDjyHWFEI/AAAAAAAAAR8/-dTwDkgEtTs/s72-c/ibama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3865541603840157284</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 19:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-08T12:16:51.434-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><title>ONG lança página sobre unidades de conservação</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bQiJc3TOqVQ/T4HjWt4viKI/AAAAAAAAAR0/XA-6_2xkd-4/s1600/jureia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://4.bp.blogspot.com/-bQiJc3TOqVQ/T4HjWt4viKI/AAAAAAAAAR0/XA-6_2xkd-4/s320/jureia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Estação ecológica Juréia-Itatins, no Brasil.&lt;br /&gt;Foto: Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;As principais características de algumas unidades de conservação brasileiras, como espécies que habitam o local e biomas existentes, começaram a ser reunidas em uma página da internet criada pela organização não governamental WWF Brasil. Mesmo com a falta de dados de algumas regiões, o Observatório de Unidades de Conservação, como foi batizado o projeto, já pode ser consultado por qualquer pessoa (http://observatorio.wwf.org.br/).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço virtual concentra dados como o tamanho das unidades, mapas, fotos, principais ameaças, legislação e informações sobre outros sistemas oficiais, como o monitoramento de chuvas ou o Cadastro de Conservação, mantido pelo Ministério do Meio Ambiente. Com o sistema de busca, é possível organizar informações por estados, categoria (se é parque nacional, reserva extrativista ou floresta estadual, por exemplo), esfera (federal ou estadual) e grupo (proteção integral ou uso sustentável).&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para Giovanna Palazzi, do Departamento de Áreas Protegidas do ministério, o banco de dados pode contribuir para o mapeamento e o acompanhamento feitos pelo governo, que já cadastrou e validou, tecnicamente, 1,7 mil unidades de conservação do país. “Hoje temos 100% das UCs federais, além de quase 95% das estaduais. Agora estamos entrando com as informações municipais. A ideia é aprimorar o cadastro com esses outros instrumentos criados por parceiros”. Com informações da Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3865541603840157284?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/ong-lanca-pagina-com-informacoes-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bQiJc3TOqVQ/T4HjWt4viKI/AAAAAAAAAR0/XA-6_2xkd-4/s72-c/jureia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-387144267989977816</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-07T19:12:34.111-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Jaguatirica volta à natureza; assista videorreportagem</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c_LPm6Haz-U/T4DyiroLcII/AAAAAAAAARs/gXFVG2fmdL4/s1600/jaguatirica.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-c_LPm6Haz-U/T4DyiroLcII/AAAAAAAAARs/gXFVG2fmdL4/s320/jaguatirica.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Felino foi encontrado em condomínio&amp;nbsp;de casas. &lt;br /&gt;Foto (Polícia Ambiental)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A jaguatirica&amp;nbsp;capturada no final de março, em Castilho, foi devolvida nesta quarta-feira (4 de abril) para a natureza após quatro dias recebendo cuidados num centro de animais silvestres em Ilha Solteira. O&amp;nbsp;trabalho&amp;nbsp;de reintrodução foi executado pela Polícia Militar Ambiental, que soltou o bicho no PEA (Parque Estadual do Aguapeí), num trecho rural que passa pelo município de Nova Independência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;O primeiro-tenente Lúcio Figueiroa Júnior, da Polícia Ambiental em Castilho, explica que o início da noite foi o horário escolhido para a soltura porque o felino tem hábitos noturnos. "O local (Parque do Aguapeí) é perfeito para isso, pois temos uma área muito grande, são mais de nove mil hectares", afirma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/Lz5cIrVYrmg" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-387144267989977816?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/jaguatirica-capturada-volta-natureza.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-c_LPm6Haz-U/T4DyiroLcII/AAAAAAAAARs/gXFVG2fmdL4/s72-c/jaguatirica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-6190841005810539624</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 01:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-07T18:51:56.102-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Dentista registra 91 espécies de aves do Baguaçu</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SBtMRsp1KPY/T4DrtVvZaFI/AAAAAAAAAQw/ArcAEV_e-Bk/s1600/andre.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://4.bp.blogspot.com/-SBtMRsp1KPY/T4DrtVvZaFI/AAAAAAAAAQw/ArcAEV_e-Bk/s320/andre.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: 11px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Briso&amp;nbsp;registra&amp;nbsp;imagens de espécies&lt;br /&gt;Foto (Valvido Pereira/Folha da Região)&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #006699; font-family: Arial; font-size: 11px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O interesse de um dentista por aves ajudou a identificar 91 espécies do Peba (Parque Ecológico Baguaçu), área de preservação e educação ambiental localizada próximo ao centro de Araçatuba. A diversidade dos pássaros que moram ou frequentam o local já era estimada pelos ambientalistas, mas o levantamento ajudou a dar real dimensão dessa riqueza.&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Produzido pelo dentista e professor universitário André Luiz Fraga Briso, 38, o levantamento da avefauna, que recebeu o título de "O Reino de Coroa Azul", traz imagens, identificação popular e nome científico das espécies observadas. Os registros foram feitos em visitas periódicas não programadas, em horários variados e durante o ano de 2011, além dos meses de janeiro e fevereiro de 2012.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zLvR_ylmWCk/T4DsrfG8xaI/AAAAAAAAAQ4/nccw-4lqitI/s1600/udu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="155" src="http://3.bp.blogspot.com/-zLvR_ylmWCk/T4DsrfG8xaI/AAAAAAAAAQ4/nccw-4lqitI/s200/udu.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Udu-de-coroa-azul (Foto:André Briso)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;De acordo com Briso, o número de 91 espécies registradas no Peba chamou a sua atenção. "Por ser uma área pequena e fragmentada do restante da mata ciliar do ribeirão Baguaçu, eu esperava encontrar um número pequeno de indivíduos por espécie. De fato, várias vezes eu fui ao parque e não consegui ver muitas aves. Porém, após 15 meses, foram identificadas 91 espécies", afirma.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;As aves fotografadas pelo dentista são de espécies, hábitos, tamanhos e cores variados. Algumas podem ser consideradas raras, como a garça-real, espécie incluída na lista de animais ameaçados de extinção do Estado de São Paulo. Outras, como a cena captada de um anu-branco com um sapo no bico, primam pela beleza.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;PRESERVAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Lt__JArzq4w/T4Ds1mXmlFI/AAAAAAAAARA/-hmVXgQ4QxY/s1600/anubranco.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/-Lt__JArzq4w/T4Ds1mXmlFI/AAAAAAAAARA/-hmVXgQ4QxY/s200/anubranco.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Anu-branco&amp;nbsp; (Foto:André Briso)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;O levantamento foi realizado sem empregar os métodos precisos normalmente utilizados pelos ornitólogos (especialista que estuda as aves), mas se presta para valorizar todo o empenho na manutenção e ampliação da área preservada. Segundo Briso, mesmo as espécies comumente encontradas habitam o parque com um número restrito de indivíduos, o que compromete a viabilidade de várias delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;"O udu-de-coroa-azul, por exemplo, eu consegui avistar três casais em um único dia, mas não acredito que tenha muito mais que isso", diz o observador de aves. É justamente o udu que dá nome ao levantamento. "Sem dúvida é a espécie mais exuberante e que simboliza o Peba. Suas partes superiores são verdes, tornando-se azuis na cauda", explica o dentista.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Para nomear e identificar corretamente as 91 espécies, Briso utilizou seu conhecimento prévio, guias de campo, livros e sites. Na dúvida sobre algum pássaro, ele conta com o apoio de outros observadores de todo o País, que se reúnem em sites e comunidades virtuais. Um dos mais conhecidos é o Wikiaves (&lt;a href="http://www.wikiaves.com.br/"&gt;www.wikiaves.com.br&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;OBSERVAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yru0xqdOhLg/T4Ds_LK-kjI/AAAAAAAAARI/hLVpweUj6Fc/s1600/beneditodetestaamarela.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="167" src="http://3.bp.blogspot.com/-yru0xqdOhLg/T4Ds_LK-kjI/AAAAAAAAARI/hLVpweUj6Fc/s200/beneditodetestaamarela.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Benedito-de-testa-amarela (Foto:André Briso)&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Briso destaca que teve apoio dos funcionários do Peba para realizar as observações, como do coordenador de educação ambiental do parque, o ecólogo Onédio Garcia. Mas, o apoio dos humanos não foi suficiente para impedir que alguns contratempos ocorressem por causa da "mãe natureza".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Arranhões, carrapichos, lama, picadas de pernilongo, de abelha e uma infestação de carrapatos-estrela foram algumas das situações enfrentadas pelo observador de aves no meio da mata.No entanto, nada disso é suficiente para diminuir nele o gosto pela observação. "É um hobby que exige concentração. Esta característica faz com que os momentos em que estou 'passarinhando' se bastam. Não há possibilidade de sair para campo e ficar pensando em outros problemas do dia a dia", afirma.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aESUBeBiMtw/T4DtL1_m-VI/AAAAAAAAARQ/48KK1cRpqrE/s1600/choroboi.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://2.bp.blogspot.com/-aESUBeBiMtw/T4DtL1_m-VI/AAAAAAAAARQ/48KK1cRpqrE/s200/choroboi.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Choró-boi&amp;nbsp; (Foto:André Briso)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;A paixão do dentista por aves surgiu na infância, mas a observação mais atenta aconteceu há 12 anos, quando ele morou no Estado do Mato Grosso e passou a visitar o pantanal com certa frequência. Já a atividade de fotografar os pássaros ocorre há três anos, a partir de um safári que ele fez na África. Nesta oportunidade, Briso pegou emprestado um equipamento fotográfico de um amigo e tomou gosto pela coisa. Hoje ele se considera um observador de aves, atividade que também recebe a denominação de Birdwatching.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;VISITAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;O ecólogo Garcia diz que o levantamento das aves será útil para mostrar aos frequentadores do Peba a riqueza do espaço, que tem nove hectares. "A ideia é mostrar ao visitante o quanto uma mata pequena já ajuda na preservação das espécies", afirma. O parque recebe, em média, cerca de quatro grupos por semana, cada um com pelo menos 40 pessoas, além de outros que procuram o espaço individualmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XEi-yqLEccE/T4Dtm1Iq6OI/AAAAAAAAARY/E-8w35OhPlM/s1600/gar%C3%A7areal.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://1.bp.blogspot.com/-XEi-yqLEccE/T4Dtm1Iq6OI/AAAAAAAAARY/E-8w35OhPlM/s200/gar%C3%A7areal.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Garça-real&amp;nbsp; (Foto:André Briso)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;As visitas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h. Como o parque é uma área de preservação permanente, orienta-se utilizar repelente contra mosquitos. O passeio pode ser agendado pelo telefone (18) 3625-2448. As fotos das aves feitas por Briso podem ser vistas no endereço eletrônico www.olhares.com/briso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-6190841005810539624?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/04/dentista-registra-91-especies-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SBtMRsp1KPY/T4DrtVvZaFI/AAAAAAAAAQw/ArcAEV_e-Bk/s72-c/andre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-8816694820746613038</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T10:19:56.148-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><title>A vaidade e os cuidados de quem vive do lixo</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PJsqrii_v-w/Tx72Hhaca6I/AAAAAAAAANA/75A9xuP15eE/s1600/celia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-PJsqrii_v-w/Tx72Hhaca6I/AAAAAAAAANA/75A9xuP15eE/s320/celia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Célia trabalha com máquina coletora, mas não abre mão da maquiagem&lt;br /&gt;Foto: Alexandre Souza/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Quando a esteira para triagem de lixo é desligada, perto do meio-dia, as mulheres da cooperativa se preparam para o almoço. É neste instante que os bonés e as toucas são retiradas e dão lugar aos rostos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns semblantes guardam as marcas do sol e do tempo, mas as vaidosas cooperadas não abrem mão de sua feminilidade, trazendo em suas bolsas batons, pós e outras maquiagens para dar um retoque ao longo do serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Antes de sair de casa, passo creme e protetor. Já saio de lá maquiada, com brincos e cabelo penteado", conta a cooperada Lucimara da Cruz Barbosa, 31 anos, moradora do Água Branca. "Não tenho vergonha de falar que trabalho com material reciclável."&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;RENDA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Antes de trabalhar com o lixo, Lucimara era faxineira e limpava um apartamento duas vezes ao mês, recebendo R$ 50 para cada dia trabalhado. Na cooperativa, a renda mensal dela está pelo menos cinco vezes maior. Ela diz que o dinheiro obtido ajuda nos gastos de casa, onde vivem também o marido e o filho de 1 ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem também não abre mão dos cuidados com a imagem é Célia Calixto Silva. Após operar a máquina coletora de resíduos, ela faz uma pausa para retocar a maquiagem. Enquanto trabalha, a cooperada exibe brincos, unhas bem cuidadas, sobrancelha aparada e uma delicada pulseira de flores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-8816694820746613038?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/01/vaidade-e-os-cuidados-de-quem-vive-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PJsqrii_v-w/Tx72Hhaca6I/AAAAAAAAANA/75A9xuP15eE/s72-c/celia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-4082970174255914612</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T10:15:30.876-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><title>Imagens do lixão ainda estão na memória</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ivRYYCubd9M/Tx7070zsOqI/AAAAAAAAAM4/2mJAj5SSDu0/s1600/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-035.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-ivRYYCubd9M/Tx7070zsOqI/AAAAAAAAAM4/2mJAj5SSDu0/s320/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-035.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Terezinha (boné rosa) passou cinco anos coletando materiais do lixão&lt;br /&gt;Foto: Alexandre Souza/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Há dez anos, a vida da coletora Terezinha Mendes de Souza era bem diferente de hoje. Nesta época, ela e outros moradores de Araçatuba dependiam de materiais recicláveis retirados do antigo lixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço foi desativado em 2002, mas ainda deixa lembranças em quem viveu ali. "Uma cena muito triste é de quando a gente achava criancinha morta", se recorda Terezinha, sobre fetos abortados que eram jogados no espaço.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ela e o marido passaram cinco anos no lixão, época em que construíram um barraco improvisado com lona. Todo trabalho tinha como propósito juntar dinheiro para comprar um terreno e erguer a própria casa. Mas o sonho era constantemente impedido. "Muitas vezes o povo tacava fogo no material da gente. Teve uma vez que puseram fogo no barraco. Nós perdemos tudo", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das condições precárias de trabalho, o serviço não permitia nem mesmo que a família tivesse o básico para ter uma vida digna. "Muitas vezes faltou comida. Quando tinha só um pouquinho, repartia para os meus filhos e ficava sem comer", afirma Terezinha, para quem a situação nunca foi motivo para desistir. "Não é porque há pessoas que querem nos derrubar que a gente vai ficar no chão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área de 44 mil metros quadrados, que abrigou por quatro décadas o despejo de lixo do município, foi desativada após o aterro sanitário entrar em operação. Depois disso, Terezinha permaneceu trabalhando na coleta de recicláveis, mas ainda por conta própria. Até que ela decidiu se juntar à cooperativa."Na cooperativa eu tenho mais segurança, pois no lixão não tinha proteção de nada. Estávamos correndo o risco de qualquer coisa. Quem olhava a gente era Deus", completa a coletora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ACERVO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Itens curiosos encontrados na separação dos reciclados estão indo parar no Museu do Lixo, espaço instalado no aterro sanitário. Dentre as peças, está uma coleção de discos de vinil com títulos famosos, de Michael Jackson a Roberto Carlos. Há também uma infinidade de roupas e até um vestido de noiva, além de brinquedos que poderiam ter sido doados a quem precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ouvidor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Luiz Antônio Boatto, diz que o museu tem cunho pedagógico. Durante as visitantes programadas de estudantes ao local, os jovens têm a oportunidade de refletir um pouco mais sobre o consumo e a forma como a sociedade trata aquilo que já teve valor um dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-4082970174255914612?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/01/imagens-do-lixao-ainda-estao-na-memoria.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ivRYYCubd9M/Tx7070zsOqI/AAAAAAAAAM4/2mJAj5SSDu0/s72-c/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-035.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-5560794679318713148</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T10:11:10.678-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lixo; Sustentabilidade</category><title>Mulheres tiram sustento do que é descartado</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-T9U6h9aVrjo/Tx7z2lA8HfI/AAAAAAAAAMw/2ItKIVQ19QY/s1600/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-007.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-T9U6h9aVrjo/Tx7z2lA8HfI/AAAAAAAAAMw/2ItKIVQ19QY/s320/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-007.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Depois de separados, os materiais recicláveis &lt;br /&gt;são beneficiados e encaminhados para &lt;br /&gt;várias indústrias de SP que compram o produto&lt;br /&gt;Foto: Alexandre Souza/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O lixo é conhecido pelo ser humano como tudo aquilo que não tem mais valor e nem condição de ser usado. Um grupo formado por 26 mulheres tem uma visão diferente deste pensamento. Reunidas numa recém-criada cooperativa de reciclagem em Araçatuba, elas obtêm o seu ganha-pão por meio daquilo que a sociedade descartou um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cooper Araçá (Cooperativa de Coleta Seletiva e Beneficiamento de Materiais Recicláveis de Araçatuba) é composta por 26 mulheres e 3 homens. O grupo atua nas instalações do aterro sanitário, localizado na zona rural. A cooperativa tem o apoio da Prefeitura de Araçatuba e da Revita Engenharia, empresa responsável pela limpeza pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O salário dos cooperados é pago com a venda dos recicláveis coletados no município. A faixa etária do grupo varia de 19 a 56 anos de idade. Em comum, são pessoas que trabalhavam de forma perigosa com o lixo. Alguns exerciam funções com baixíssima remuneração, se encontravam em situação de vulnerabilidade social ou não tinham trabalho.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Janete Araújo de Oliveira, 52 anos, coletou material reciclável na rua por um ano. Ela começou a recolher lixo por não querer ser mais empregada doméstica. O primeiro transporte usado para o serviço foi um carrinho de bebê, improviso que durou até ela conseguir um carrinho adequado. O trabalho começava antes de o sol nascer, mas o rendimento não ultrapassava R$ 200 por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu pegava muito dia de chuva", diz Janete, ao se recordar do passado. Ela foi uma das primeiras a fazer parte da Cooper Araçá, inaugurada em julho de 2011. Na nova função, ela demonstra agilidade e chega a separar, simultaneamente, dez tipos diferentes de resíduos. Com um ganho maior, está mais fácil pagar os gastos de casa, onde também vivem a filha, de 20 anos, e o neto, 4 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PARTICIPAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As cooperadas chegam a separar e a beneficiar 60 toneladas de recicláveis ao mês, em média. Todo recurso obtido com a venda do material para indústrias de reciclagem do Estado é revertido no salário dos trabalhadores, que varia de R$ 500 a pouco mais de R$ 900. &lt;br /&gt;Os ganhos poderiam ser maiores, pois o material reciclado representa apenas 1,1% das 5,4 mil toneladas de lixo geradas mensalmente no município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a presidente da Cooper Araçá, Zenaide dos Santos, 55, se a população separasse o lixo seco, como plástico, alumínio e papel, do orgânico, o volume de material apto para a reciclagem seria maior. A meta da cooperativa é a de ultrapassar a marca de 100 toneladas de recicláveis ao mês, além de gerar mais empregos e aumentar o quadro de cooperados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu observo que as pessoas descartam a maior parte do material reciclável no lixo orgânico. Por isso, muito material que poderia ser reciclado acaba passando e vai parar no aterro", afirma Zenaide. Antes de ser a líder na cooperativa, ela trabalhou catando recicláveis na rua por 9 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel Lopes, supervisor da Revita, confirma o diagnóstico da cooperativa e afirma que o município tem capacidade de aumentar o volume de resíduos reciclados. "É fundamental a conscientização e a educação ambiental em descartar os recicláveis da maneira correta. Talvez um entendimento maior de para onde isso está indo, como é feito é quem está sendo ajudado motivaria mais as pessoas", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biólogo José Luís de Carvalho Sales, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Araçatuba, diz que, basicamente, as pessoas devem separar o lixo seco do úmido. "Muitas pessoas mandam só a latinha de alumínio e o tetra pak, mas se esquecem de que as latinhas de concentrados também podem ser recicladas", lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ETAPAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Na última semana, a Folha da Região acompanhou o trabalho da cooperativa. A primeira etapa consiste em descarregar o material coletado num fosso, trabalho feito pela Revita Engenharia. Com o auxílio de uma máquina coletora, a cooperada Célia Calixto Silva, 46, junta montes de lixo, já devidamente selecionado pela população, para depositá-los na esteira de separação, onde atua a maior parte das cooperadas. Depois de separados, o reciclável é beneficiado e encaminhado para várias indústrias do Estado, que compram o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As irmãs Neusa Mendes de Souza, 48, e Terezinha Mendes de Souza, 55, apontam a segurança em trabalhar na cooperativa. "Aqui eu tenho mais segurança, antes eu não tinha. Não usava máscara e nem luva. Banheiro, então, nem se fala", diz Terezinha, que já chegou a trabalhar até no antigo lixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas têm alguns sonhos, que esperam conseguir por meio da coleta de recicláveis. Enquanto Terezinha imagina o dia em que conseguirá fechar as rachaduras de sua casa, Neusa pensa em poder comprar alguns móveis que ainda não tem para viver com mais conforto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os planos se confundem com os de outras mulheres, mas dependem do empenho da população em colaborar com a coleta seletiva para serem alcançados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-5560794679318713148?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/01/mulheres-tiram-sustento-do-que-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-T9U6h9aVrjo/Tx7z2lA8HfI/AAAAAAAAAMw/2ItKIVQ19QY/s72-c/cooperativa-catadores-reciclaveis_aterro-sanitario_11-01-2012%2528ale%2529-007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-6627805537705321890</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T10:28:55.778-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Na natureza, andorinhas são como ‘faxineiras’</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JqGIXAWgb50/Tx74PXFslyI/AAAAAAAAANQ/GyLJh4Piejs/s1600/ando.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://2.bp.blogspot.com/-JqGIXAWgb50/Tx74PXFslyI/AAAAAAAAANQ/GyLJh4Piejs/s320/ando.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Andorinhas na fiação elétrica: importantes ao meio ambiente&lt;br /&gt;Foto: Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;As primeiras revoadas de andorinhas na praça Getúlio Vargas, no bairro Higienópolis, já podem ser observadas pela população. Para muitos moradores, o espetáculo no céu é motivo de transtorno, pois os animais deixam o espaço repleto de fezes. Em contrapartida, especialistas lembram que estas aves são verdadeiras "faxineiras" do espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biólogo José Luís de Carvalho Sales explica que as andorinhas começam a chegar a Araçatuba no verão, fugindo das regiões mais frias do continente em busca de calor. Elas devem permanecer na cidade até o início do inverno, período em que irão promover uma verdadeira limpeza na cidade, comendo vários tipos de insetos indesejáveis para o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Elas se alimentam de insetos, fazendo um trabalho público para a gente", explica Sales. Mas, por que as andorinhas adotaram justamente a praça Getúlio Vargas? O biólogo diz que ocorre uma relação de gerações, semelhante com as tartarugas marinhas. "Nós temos um grupo específico que passa por Araçatuba. Os filhotes seguem a mesma rota das mães", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LIMPEZA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;"Vou aproveitar esse fim de ano para frequentar a praça. Quando começar a chover, o fedor das fezes vai ser tão grande que nem vai dar coragem de vir até aqui", diz a auxiliar administrativa Carolina Delamura de Souza, 29, prevendo que a Getúlio Vargas fique imunda com as fezes das andorinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para diminuir os possíveis transtornos de saúde à população, especialmente os relacionados a problemas respiratórios, Sales diz que a solução é realizar a limpeza periódica dos locais onde as aves migratórias depositam as suas fezes. "A prefeitura mantém limpeza periódica na praça", afirma. Na última quinta-feira, quando a Folha da Região esteve na Getúlio Vargas, a pista de caminhada estava limpa, mas fezes já estavam espalhadas em parte do gramado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a sensação de que as andorinhas estão invadindo o espaço urbano, Sales é categórico: "Elas não estão invadindo, pois já estavam aqui há muito tempo. Quem invadiu fomos nós, mas agora temos o papel de manter a rota natural destas aves."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FISCALIZAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O tenente Jeferson Valdemir Miranda, comandante da Polícia Ambiental em Araçatuba, lembra que a andorinha, apesar de não ser animal silvestre, também está protegida pela Lei de Crimes Ambientais. "A lei também contempla animais em rota migratória", acrescenta. Ele orienta os moradores que tiverem informações sobre situações de crimes contra a fauna a entrarem em contato com o órgão para fiscalização. O telefone é (18) 3622-1250 ou o 190 da Polícia Militar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-6627805537705321890?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/01/na-natureza-andorinhas-sao-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JqGIXAWgb50/Tx74PXFslyI/AAAAAAAAANQ/GyLJh4Piejs/s72-c/ando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-7990165687848334601</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T10:21:51.891-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Animais</category><title>Andorinhas e maritacas estão de volta</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xSI-CUvRevk/Tx72lKIB7PI/AAAAAAAAANI/JvPg80SlZ6s/s1600/mari.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://2.bp.blogspot.com/-xSI-CUvRevk/Tx72lKIB7PI/AAAAAAAAANI/JvPg80SlZ6s/s320/mari.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Para manter o bico afiado, maritacas costumam roer a capa de fios&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O céu de Araçatuba virou palco para milhares de visitantes já conhecidos pela população. Como ocorre todos os anos, as andorinhas estão cumprindo seu ciclo migratório e fazendo de praças seu ponto provisório de repouso. Em busca de proteção e acuadas pela redução da vegetação na zona rural, as maritacas também adotam imóveis como espaços para reprodução. A convivência entre seres humanos e aves silvestres costuma gerar conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um recente apagão ocorrido na casa do funcionário público estadual Manoel Martins dos Santos, 45 anos, no bairro Icaray, chamou a atenção do morador. Sem saber o motivo da interrupção no fornecimento de energia, pois o local havia sido reformado há pouco tempo, o morador recorreu a um eletricista. O profissional detectou a causa do problema facilmente, pois já tinha presenciado cena semelhante em outros espaços do município.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As maritacas entraram no forro da residência de Santos e, como têm o hábito de sempre deixar o bico afiado, roeram a capa da fiação elétrica. A ação causou um curto-circuito e deixou o imóvel sem energia elétrica por algumas horas. O morador conta que já vinha notando a presença quase constante destas aves na localidade. "Acho que elas vêm atraídas pelas árvores frutíferas da região", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução para Santos será isolar os pontos do forro em que há aberturas que facilitam a entrada das maritacas. Com isso, ele espera que as aves não consigam fazer ninhos dentro do imóvel. "Continuo achando a maritaca um bicho maravilhoso. Acho que a vinda dela para a cidade é culpa nossa, pois cada vez mais elas perdem seu habitat. O jeito vai ser eu me adaptar a elas", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, os moradores buscam isolar as aberturas no telhado com forro de PVC, madeira ou chapa galvanizada. Os custos variam conforme o tamanho da casa e o material utilizado. Em determinadas residências, o valor do serviço pode ultrapassar R$ 1 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;REPRODUÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O chefe do escritório regional do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em Araçatuba, Julio César Zambão, explica que a época de reprodução das maritacas costuma ocorrer de outubro a janeiro, assim como a sua presença mais frequente no meio urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zambão diz que fechar as entradas dos forros das casas é a melhor forma para impedir que as maritacas se instalem no espaço, impedindo que elas causem transtornos ao morador. Mas ele alerta que essa ação só pode ser feita se a ave já não tiver construído ninho na casa ou esteja com filhotes. Neste caso, o único jeito é esperar até o bicho poder voar e sair do imóvel, pois a Lei de Crimes Ambientais (lei federal 9.605/1998) considera como crime danificar ou destruir ninhos da fauna silvestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É preciso ter paciência, pois vai chegar um ponto em que o filhote conseguirá voar e sairá naturalmente do imóvel. Qualquer ato humano que impeça isso é caracterizado como crime ambiental, sujeito a processo administrativo e criminal", alerta Zambão. A multa é de R$ 500 por ave, além da previsão de detenção de seis meses a um ano, de acordo com a lei federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CARENTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O biólogo José Luís de Carvalho Sales, chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Araçatuba, cita que a região é carente de cobertura vegetal nativa, motivo que faz com que as maritacas procurem as áreas verdes da cidade para procriação. Como em determinados pontos faltam árvores, as aves adotam os forros para chocar seus ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório de Qualidade Ambiental 2011, divulgado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, mostra que os remanescentes florestais das regiões hidrográficas que cortam os 43 municípios regionais aumentaram de 140.001 hectares, em 2005, para 206.271, em 2009. Mesmo assim, se toda a vegetação que restou fosse juntada, não daria nem para preencher completamente os territórios de Araçatuba e Guararapes (212 mil hectares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que falta na região é uma reserva ecológica de grande proporção para abrigar esses animais silvestres, que hoje perderam espaço para a agricultura", afirma Sales.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-7990165687848334601?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2012/01/andorinhas-e-maritacas-estao-de-volta.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xSI-CUvRevk/Tx72lKIB7PI/AAAAAAAAANI/JvPg80SlZ6s/s72-c/mari.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3835558162109635655</guid><pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-28T08:02:20.306-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><title>2012 será o ano da mobilização ambiental</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tWrLOea983s/Tvs9GYOID_I/AAAAAAAAAK0/2y1CteF0zQk/s1600/peba--meio-ambiente-serie-especial-perspectiva-2012_27-12-11%2528PG%2529-033.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://1.bp.blogspot.com/-tWrLOea983s/Tvs9GYOID_I/AAAAAAAAAK0/2y1CteF0zQk/s320/peba--meio-ambiente-serie-especial-perspectiva-2012_27-12-11%2528PG%2529-033.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;População será chamada para discutir meio ambiente&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;No próximo ano, líderes mundiais estarão no Rio de Janeiro para uma conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) que discutirá temas como o crescimento econômico e a preservação ambiental. O encontro, que é chamado de Rio+20, fará com que os holofotes se voltem novamente ao Brasil após a ECO-92. É neste contexto que a gestão ambiental pretende transformar o período como o "ano de mobilização ambiental em Araçatuba".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que esse marco se concretize, a meta é a de realizar a 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente de Araçatuba. As discussões oficiais começam em janeiro, quando a Secretaria Municipal de Meio Ambiente realiza sua planificação estratégica. O secretário Jorge Hector Rozas defende que o processo de debate sobre sustentabilidade seja iniciado nos bairros e atravesse as regiões da cidade para só então chegar ao contexto municipal. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas que querem um meio ambiente e que querem uma gestão moderna e avançada dele, terão que participar dessa conferência porque nós precisamos desses cidadãos. Discutir uma cidade é uma responsabilidade muito grande", explica Rozas. De acordo com ele, este será o momento para os moradores definirem quais são os aspectos ambientais importantes para o futuro da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, será preciso construir núcleos de estudo e discussão, formado por lideranças locais, associações, representantes de escolas e igrejas, além da comunidade como um todo. Preliminarmente, o secretário aponta que esses trabalhos nos bairros durem de fevereiro a abril, com o apoio da Secretaria de Participação Cidadã. Em maio, a conferência seria esquematizada para ser realizada em junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TEMAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alguns temas devem surgir naturalmente neste processo, como a recuperação da flora araçatubense. O último Atlas dos Remanescentes Florestais da Fundação SOS Mata Atlântica mostra que Araçatuba registra uma das maiores perdas absolutas de Mata Atlântica no decorrer da história, totalizando 113.686 hectares devastados. Isso faz com que o município tenha preservado em seu território somente 3% da área original do bioma mais rico em variedade biológica do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rozas acrescenta o relacionamento com as áreas rurais, recuperação das APPs (Áreas de Preservação Permanente), criação de corredores ecológicos e ações locais para mitigar as mudanças climáticas como outros assuntos que irão ganhar importância ao longo dos debates nos bairros e na própria conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;REVISÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para que a conferência não se transforme num momento de muitas ideias e poucas ações, o secretário de Meio Ambiente adianta que será preciso, até o final do ano, revisar o Plano Diretor do Município. "Depois de passarmos pela conferência, o passo importante vai ser revisar o Plano Diretor para ver se ele está adaptado a como entendemos a cidade hoje", afirma. Por se tratar de ano eleitoral, a perspectiva é que este trabalho de revisão se dê somente em outubro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3835558162109635655?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2011/12/2012-sera-o-ano-da-mobilizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tWrLOea983s/Tvs9GYOID_I/AAAAAAAAAK0/2y1CteF0zQk/s72-c/peba--meio-ambiente-serie-especial-perspectiva-2012_27-12-11%2528PG%2529-033.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3658376372377793090</guid><pubDate>Wed, 28 Dec 2011 15:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-28T07:55:19.079-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poluição</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ecologia</category><title>Município promete fim a ‘elefante cinza’</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XjASCkt2uT0/Tvs7jpgudqI/AAAAAAAAAKo/CiCAueHIql8/s1600/area-despejo-bairro-arco-iris-serie-meio-ambiente26-12-11_%2528PG%2529-063.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://2.bp.blogspot.com/-XjASCkt2uT0/Tvs7jpgudqI/AAAAAAAAAKo/CiCAueHIql8/s320/area-despejo-bairro-arco-iris-serie-meio-ambiente26-12-11_%2528PG%2529-063.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Município mantém atualmente área para &lt;br /&gt;descarte de entulho de construção civil&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A área para o despejo de entulho localizada no bairro Arco-íris, em Araçatuba, representa para o município aquilo que pode ser chamado de "elefante cinza" da construção civil. A situação do espaço impõe um desafio à administração municipal para ser resolvido com urgência, pois, enquanto a expansão imobiliária cresce em ritmo acelerado, gerando quase 200 toneladas de resíduos diariamente, a vida útil do espaço provisório já está no limite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Araçatuba adotou o problema como uma das prioridades para o ano de 2012. De acordo com o secretário da pasta, o ambientalista Jorge Hector Rozas, a intenção é instalar uma usina de reciclagem de resíduos da construção civil, por meio de parceria entre o poder público e a iniciativa privada. A ação demanda investimento que varia de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O projeto precisa passar pela avaliação da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). "Já estou licenciando uma área para a instalação desta usina, pois, como essa usina vai atender Araçatuba, talvez toda a região, é necessário um licenciamento específico. Já começamos a fazer o levantamento topográfico da área para, em janeiro, entrarmos com a papelada de licenciamento na Cetesb", afirma Rozas. A área planejada para a instalação fica próxima ao aterro sanitário, na zona rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina de reciclagem pode representar para o município e região um projeto que alia preservação ambiental com sustentabilidade. Além de impedir que o entulho contamine áreas abertas, a reciclagem deste material pode servir para a fabricação de novos produtos para o setor habitacional e para a infraestrutura urbana, como a pavimentação na forma de brita, agregado para concreto, cascalhamento de estradas, entre outros, conforme estudo da USP (Universidade de São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;BOTA-FORA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A estimativa de que quase 200 toneladas de entulhos são geradas diariamente em Araçatuba foi feita por Rozas. "Hoje, em qualquer cidade, o que se produz de lixo, se produz de entulho. Nós estamos produzindo 180 toneladas de lixo por dia", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, os resíduos da construção civil terminam num ponto provisório de despejo localizado no bairro Arco-íris, uma espécie de "bota-fora", que Rozas garante que será fechado em breve. "A vida útil desse bota-fora já está no limite", confirma o secretário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de não ter mais capacidade para os resíduos, o local também enfrenta problemas relacionados com o entulho, como as constantes queimadas, que liberam grande quantidade de fumaça tóxica para a atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;PARCERIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Rozas diz que será preciso fazer parceria com a iniciativa privada para investir o montante necessário no projeto, tendo em vista que a secretaria não dispõe de recursos para este trabalho. "Eu me preocupei muito nestes últimos meses em estimular a iniciativa privada para que seja a grande parceira do município na solução deste problema. A gente já visualiza boas realizações imediatamente ao começar o ano de 2012", diz Rozas, sem adiantar nomes de possíveis parceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na estimativa do secretário, o investimento milionário pode ser recuperado em médio prazo por meio da comercialização do reciclável. "Uma usina de porte médio, como a que a gente está pensando para Araçatuba, vai precisar de cerca de 30 pessoas trabalhando de maneira direta, além dos caminhoneiros e caçambeiros para toda a logística", diz Rozas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MODELO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com a obtenção de licenciamento para o espaço, os investimentos na usina poderão ocorrer por meio da iniciativa privada, no mesmo formato que proporcionou ao ecoponto do bairro Corazza a começar, este ano, a trituração de resíduos de galhos de árvores e madeiras para transformá-los em biomassa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Executivo permitiu o uso da área pela empresa Monte Azul Engenharia Ambiental para a operação do serviço. A permissão do uso ocorreu sem custos para o município, com duração de um ano, podendo ser prorrogada. O picador de madeira foi adquirido pela Monte Azul, que investiu R$ 200 mil na máquina e na infraestrutura necessária.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3658376372377793090?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2011/12/municipio-promete-fim-elefante-cinza.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XjASCkt2uT0/Tvs7jpgudqI/AAAAAAAAAKo/CiCAueHIql8/s72-c/area-despejo-bairro-arco-iris-serie-meio-ambiente26-12-11_%2528PG%2529-063.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-3309561731186284581</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-21T11:36:19.612-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poluição</category><title>Lixo orgânico pode servir para compostagem</title><description>Uma parcela significativa do lixo que é queimado, enterrado ou que vai parar nas lixeiras, poderia ser transformada em adubo orgânico para fertilizar o solo de plantações, jardins e vasos de plantas. Por meio da técnica de compostagem, o próprio morador pode fazer o seu fertilizante natural, usando para isso os resíduos orgânicos que não servem mais para consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Videorreportagem mostra como fazer compostagem:&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/FZ0F9ktssKM" width="415"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A bióloga Jaqueline dos Santos Casoni, fiscal da Secretaria Municipal de  Meio Ambiente de Araçatuba, explica que a técnica de compostagem  consiste em devolver de maneira correta para a natureza aquilo que foi  retirado dela. "Com isso, se diminui a quantidade de lixo nos aterros e  acaba colaborando para todas as ações socioambientais", afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaqueline diz que o primeiro passo para o morador que pretende fazer a compostagem é promover a separação do material orgânico do inorgânico. Plástico, vidro e alumínio, como exemplos, devem ser encaminhados para a coleta seletiva. No entanto, restos de frutas, legumes e outros alimentos são materiais ricos para abastecer a composteira, artefato onde acontece a transformação do lixo em adubo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6CS3xPKfeBY/TvH_FclMJEI/AAAAAAAAAKc/52LQubfNru0/s1600/compostagem-passo-a-passo-jaqueline-casoni_25-11-2011_%2528PG%2529-170.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-6CS3xPKfeBY/TvH_FclMJEI/AAAAAAAAAKc/52LQubfNru0/s320/compostagem-passo-a-passo-jaqueline-casoni_25-11-2011_%2528PG%2529-170.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jaqueline: "A gente sabe que a maioria das &lt;br /&gt;cidades tem problemas com o lixo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;"A compostagem pode ser feita dentro de apartamentos, em caixas e recipientes pequenos, como pode ser feita em grandes quantidades em aterros, sítios e fazendas. O procedimento é o mesmo, o que muda é a quantidade de material", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CHEIRO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A bióloga ressalta que a popularização desta técnica esbarra no preconceito de que a compostagem provoca um cheiro ruim no ambiente, situação que pode ser facilmente evitada tampando o recipiente onde o trabalho é feito, além de não utilizar carnes e gorduras na mistura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas acham que quando elas colocam os resíduos no cesto de lixo o problema simplesmente sumiu. Isso não é verdade, pois a gente sabe que a maioria das cidades tem problemas com o lixo. A gente precisa se conscientizar que uma hora poderá não haver mais espaço para o lixo", lembra Jaqueline.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-3309561731186284581?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2011/12/lixo-organico-pode-servir-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/FZ0F9ktssKM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6526075036806695574.post-1172114235853628942</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-21T07:30:26.317-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poluição</category><title>Araçatuba queima 30 t de lixo por mês</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-buOEuV3XeM4/TvH7RDgLuLI/AAAAAAAAAKM/GTJBrXml9YI/s1600/assentamento-hugo-silveira-eredia_falta-coleta-lixo_aparecida-rodrigues-souza_24-11-11val%2529-058.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-buOEuV3XeM4/TvH7RDgLuLI/AAAAAAAAAKM/GTJBrXml9YI/s320/assentamento-hugo-silveira-eredia_falta-coleta-lixo_aparecida-rodrigues-souza_24-11-11val%2529-058.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Moradora do assentamento &lt;br /&gt;Hugo Herédia ateia fogo; local sem coleta&lt;br /&gt;Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Mais de 30 toneladas de lixo geradas por 1.796 moradores são queimadas e enterradas mensalmente em Araçatuba. A destinação inadequada ocorre principalmente na zona rural do município, onde a coleta pública falha e parte da população ignora os riscos ambientais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de poluir o ar e aumentar a emissão de gases do efeito estufa, a prática traz sérios problemas à saúde, pois atrai vetores de doenças, e pode estar contaminando a água usada para consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O descarte indiscriminado ocorre em 605 domicílios araçatubenses, sendo que 522 ateiam fogo aos resíduos, 70 enterram o lixo e 13 usam terreno baldio e rio para desovar tudo aquilo que não serve mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números foram revelados nesse semestre pelo Censo 2010, realizado no ano passado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa conta com dados coletados diretamente com a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de haver separação na forma como o censo apresenta as diferentes formas de descarte de lixo, a Folha da Região apurou que queimar e enterrar resíduos domésticos são duas ações que caminham juntas.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DESGASTANTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma produtora rural que preferiu não se identificar afirma que mantém há dez anos uma rotina desgastante. Por não ter o serviço de coleta pública de lixo na sua propriedade, localizada no assentamento Hugo Silveira Herédia, ela precisa queimar os resíduos gerados no sítio a cada dois dias. O que sobra vai parar num buraco, que no passado foi usado como fossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu queimo em qualquer lugar. O restinho que fica eu coloco numa carriola e jogo em um buraco, que é uma antiga privada", afirma a moradora. Ela não imagina que a ação pode estar colocando em risco a própria saúde, pois, a poucos metros de onde o lixo é desovado, ela mantém um poço de onde retira a água para o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradores do assentamento dizem que queimar e enterrar são as únicas opções que restam para eles. O ponto mais próximo de coleta pública fica distante oito quilômetros, em frente ao assentamento Araçás, também na zona rural. Quem tem veículo até se esforça para levar os resíduos até este local, mas a grande maioria desiste pelas dificuldades de locomoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PERIGO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A engenheira ambiental Lívia Stefânia Rosseto alerta que a prática de queimar e enterrar o lixo ameaça a saúde e o meio ambiente. "Muitos moradores rurais utilizam poços artesianos, que podem estar contaminados por sustâncias provenientes da decomposição desses resíduos", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livia também diz que o lixo queimado pode liberar para a atmosfera dioxinas, substâncias químicas com potencial cancerígeno. A especialista considera que é preciso conscientizar a população sobre o problema. &lt;br /&gt;"Só assim a pessoa passa a se preocupar com a questão porque aprende que as consequências negativas, de uma maneira ou de outra, irão atingir a qualidade de vida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEGISLAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Diversas legislações assinalam que as consequências geradas pela poluição do descarte inadequado de lixo podem se configurar como crime ambiental. A lei federal 9.605/1998 diz, em seu parágrafo 54, diz que é proibido "causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana". A pena pode ser a reclusão de um a quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Código de Posturas de Araçatuba veda atear fogo em matas, bosques, capoeiras, lavouras e pastagens. As multas podem variar de 5% a 100% do valor do salário mínimo vigente. Além disso, a regra estipula à prefeitura a responsabilidade de controlar a poluição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CETESB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro José Benites de Oliveira, gerente da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) em Araçatuba, diz que os 605 domicílios que descartam o lixo inadequadamente no município respondem por cerca de 1% da geração de resíduos em Araçatuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Apesar de proporcionalmente representar uma pequena parcela, do aspecto ambiental e legal, a disposição inadequada de resíduos pode implicar em sanções administrativas e penais, sendo que o aspecto da saúde publica ser o mais relevante nestes casos", afirma Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliveira explica que a Cetesb, dentro de sua responsabilidade de prevenir e controlar a poluição ambiental, efetua fiscalizações rotineiras nos locais onde as prefeituras depositam o lixo coletado, criando para isso o IQR (Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última avaliação, o aterro de Araçatuba recebeu a nota 9,7, classificando o espaço como em condição adequada para o serviço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6526075036806695574-1172114235853628942?l=nossaterra.folhadaregiao.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://nossaterra.folhadaregiao.com.br/2011/12/aracatuba-queima-30-t-de-lixo-por-mes.html</link><author>noreply@blogger.com (Serginho)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-buOEuV3XeM4/TvH7RDgLuLI/AAAAAAAAAKM/GTJBrXml9YI/s72-c/assentamento-hugo-silveira-eredia_falta-coleta-lixo_aparecida-rodrigues-souza_24-11-11val%2529-058.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>
